quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Yes, we can!


Amigos, cliquem neste link para ver uma emocionante entrevista no interior do Quênia com Sarah Onyango Obama, a avó africana de Barack Obama. Há legendas em inglês, o que facilita nossa compreensão. Esta é a avó que, quando o jovem Obama a visitou pela primeira vez, lhe contou a história de seu pai e de sua família, colocando-o em contato com suas raízes e promovendo a reconciliação dele com a figura paterna. O túmulo de Obama pai está no quintal da casa de Sarah.

Foi muito emocionante ontem, não foi? E continua sendo. É muito raro, nos Estados Unidos e no mundo, assistirmos hoje a algo que nos comova a todos, nos una e nos traga ou devolva a esperança, este doce, louco e melhor motor para nossos corações e mentes.

9 comentários:

valter ferraz disse...

Janaína,
viu como eu erro?
Agora é torcer para que ele possa fazer o que tem que ser feito; que o deixem fazer e que ele saiba discernir o que pode e o que não pode.
O mundo merece e necessita de novas idéias, novos paradigmas. Que Obama seja o portador das boas notícias.
Estou me alinhando junto aos que desejam um bom governo a ele e boa sorte para a humanidade.
Beijo, menina

maria guimarães sampaio disse...

Também "Estou me alinhando junto aos que desejam um bom governo a ele e boa sorte para a humanidade" e acompanhei a eleição pelos blogs de Miro e Jana, então, no particular, os mesus melhores abraços de parabéns vão para Jana e Miro. E beijos de Maria

Bernardo Guimarães disse...

fiquei de certa forma comovido com seu entusiasmo.maria tem razão: vc e miro merecem estar felizes porque torceram muito.tambem desejo boa sorte, a despeito de minhas reservas ( a qualquer que fosso o eleito).

Anônimo disse...

Jana, você acompanhou uma parte da campanha e sempre acreditou nele e na vitória. Ontem foi muito bonito; o mundo mudou um pouco, seja quaisquer as consequências, mas esperamos que sejam as melhores.
Abraço da Giza

Anônimo disse...

corrigir o seja para sejam do comentário anterior.
Também estou gostando muito dos tópicos sobre Jacinta. É um novo olhar sobre a mãe, muito mais intimista do que a biografia.
Bj, Giza

Edu O. disse...

caindo de sono e anestesiado de emoção desde ontem, entrei só para ler vc e Miro. Tiro certeiro do que encontraria.

Janaina Amado disse...

Amigos, muito bom ter vocês todos aqui, cada um vivenciando a seu modo essa eleição, todos compreendendo que se trata de momento histórico único. Tomara que o futuro, decorrente dessa eleição, seja bom pra todos nós. Também estou cansada, por causa da noite mal dormida e de tantas emoções, mas valeu demais a pena, não é?

Janaina Amado disse...

Giza, muito bom te ver de novo por aqui. Vc. compreendeu bem a mudança no tom dos textos sobre Jacinta, estão me fazendo um bem danado. Abraços.

Adelino disse...

Janaina, devemos reconhecer que Bush pegou, depois de Kennedy e Roosevelt, um dos maiores problemas/dilemas que um presidente americano já viveu.
Alguma coisa tinha de ser feita, e foi. O curioso é que logo após o 11 de setembro, todo mundo achava que alguma providência tinha de ser tomada. Todos se calaram. Depois foi que vieram as críticas. O próprio povo americano, em pesquisa, aprovava os ataques executados. Não estou tentando defender Bush, apenas procurando explicar que ele, se errou, não deveria ser crucificado sozinho.
Não sabemos o que teria feito outro presidente que não o George. É difícil dizer isto, mas penso que criticar resultados é fácil.

Claro que torço para que Obama faça um excelente governo, que para nós é até bom. Quero ver apenas quando os Chávez e Cia. começarem a fustigá-lo tal qual faziam (e vão fazer), qual será a atitude do atual presidente recém-eleito.

Além do mais, Janaína, devemos reconhecer que hoje os USA não têm mais aquele poderio de influência que tinha há algumas décadas. A coisa hoje está meio nivelada. Se por cima ou por baixo ainda não sabemos. Deixemos passar a euforia da vitória, da mudança. Torçamos por ele. God bless America.
Abraços.