quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Graciliano


Fico contente quando vejo iniciativas culturais importantes. Ontem, fiquei. Na terra de Graciliano Ramos, Alagoas, foi lançada Graciliano, revista de cultura e ciência destinada ao público universitário e àqueles que desejam mais informações e pontos de vista sobre os assuntos tratados. Dirigida pelo historiador e sociólogo Luiz Sávio de Almeida, com visual moderno e atrativo criado por Fernando Rizzotto, com artigos assinados por especialistas, porém escritos em linguagem clara, atraente, a revista é uma publicação da Imprensa Oficial, presidida por Marcos Kümmer e atualmente subordinada à Secretaria de Planejamento e Orçamento, sob a batuta do secretário Sérgio Moreira. Bom ver o dinheiro retornar à sociedade em forma de cultura, multiplicador de conhecimentos.
O primeiro número é inteiramente dedicado a Graciliano Ramos. O segundo será sobre teatro. Vida longa à revista, muitos e muitos gracilianos!

5 comentários:

valter ferraz disse...

Janaína,
Graciliano então. É bom, muito bom. Não lí tudo o que precisava dele, mas do que lí guardei muito.
Uma pena não ter acesso à revista. Mas vou lendo o que aparece por aqui. Grana curta, sacumé?
Beijo, menina

Bernardo Guimarães disse...

BEla escolha do nome para título da revista. A gente vê tão pouca referência a este grande escritor!

Anônimo disse...

Parabéns a vocês, que trabalharam
duramente para enaltecer um pouco mais a presença desse tão importante escritor para a nossa literatura. Parabéns a todos vocês.

Anônimo disse...

Janaína,

que boa notícia.
Ainda que talvez isso só seja realmente importante pra mim, sempre me faz bem repetir, readmitir e re-sentir que Graciliano é o escritor cuja arte me leva a fazer as pazes com o mundo.
Com personagens tão brasileiramente sofredoras, ele indica os caminhos, e não há como não desejar partillhá-los.

Beijo emocionado

Vivina.

maria guimarães sampaio disse...

Bacana a criação da Revista e que se chame Graciliano. Já a Bahia, terra do já teve, acabou a revista cultural do Estado. Até número pronto quando mudou o governo, foi engavetado (ou lpro lixo?). Aliás... considerando as hordas do "poder"... "cadê a cultura que tava aqui?" "o gato comeu"